terça-feira, 28 de março de 2017

Corra! | Assista ao trailer legendado


Com mais de US$ 150 milhões arrecadados em todo o mundo, o suspense Corra! (Get Out), assinado pelo ator e diretor Jordan Peele, acaba de ser confirmado para estrear em circuito nacional em maio. 

Eu, Daniel Blake | CRÍTICA


Do diretor “left wing” britânico Ken Loach, Eu, Daniel Blake venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes e Melhor Filme Inglês no BAFTA. Por meio do filme, Loach faz sua crítica ao Estado Social atual, mostrando como a racionalidade burocrática gera injustiças incontornáveis. Além disso, mostra que pessoas comuns podem manter sua humanidade diante de situações extremas.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Fragmentado | CRÍTICA



Uma das características do suspense, ditas por ninguém menos que Alfred Hitchcock, é gerar expectativas diante do desdobramento de uma situação de risco da qual o espectador possui todos os dados e, assim, antecipar o medo. Aficionado, M. Night Shyamalan se tornou uma referência ao aplicar as regras do gênero e entregar tramas envolventes cujas surpreendentes revelações finais flertavam também com a sobrenaturalidade. Em sua segunda parceria com a Blumhouse (Atividade Paranormal, Sobrenatural) que rendeu o bom A Visita em 2015, o diretor e roteirista indiano prova que mantém o público em suas mãos mesmo com uma produção de orçamento modesto, ainda que não tenha se livrado do seu fraco por artifícios absurdos.


sábado, 25 de março de 2017

Liga da Justiça | Assista ao trailer oficial


Depois de lançarem cinco sneak peeks de cada herói nos últimos dias, a Warner Bros. Pictures divulgou hoje o primeiro trailer oficial de Liga da Justiça, apresentando o mote da trama e a união do super time ao som de The White Stripes e Beatles em cenas que prometem muita ação em conjunto.

A data também marca um ano do lançamento de Batman vs Superman nos cinemas.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Power Rangers | CRÍTICA


Alegria matinal de uma geração que hoje se prova uma das mais assíduas consumidoras de cultura pop, a série dos Power Rangers se caracterizava por enredos simples, divertidos e com vilões caricatos, sem receios de seus exageros inverossímeis. Fórmula de sucesso que conquistou a garotada da época e também encheu os caixas das lojas de brinquedos, novas fases foram apresentadas ao longo dos mais de vinte anos da franquia, mas toda a fantasia mambembe passou a ceder espaço para uma generalização já desinteressante aos olhos de um público sedento por novidades. Como, então, atualizar algo tão singular sem perder a sua essência e o apreço dos fãs que, como sempre, esperam qualidade e respeito ao que preservam com tanta estima na memória?


quinta-feira, 23 de março de 2017

T2 Trainspotting | CRÍTICA


Vinte anos se passaram e o mundo parece bem diferente daquele que vimos quando Mark Renton (Ewan McGregor) deu no pé com 16 mil libras e deixou seus amigos para trás às sombras do vício e do crime. Os melancólicos dias nublados e torpes do passado dão lugar a várias imagens ensolaradas e de pessoas correndo em esteiras e parques, revelando aí um contemporâneo vício pela endorfina e a escolha por um vida saudável – ou em prol das aparências. Ao retornar para a Escócia, Renton só não esperava que seu acerto de contas renderia uma recaída que faz de T2 Trainspotting um filme que encontra o momento certo para se entregar à lisergia visual e cômica que consagrou o cult de 1996.